Trekkers: só fiquei sabendo hoje... sabe como é, Amanhã é Ontem, mas vale o registro.
Diário de bordo, data estelar sexta-feira passada, às 22 horas (17 horas em Brasília): o canal de TV alemão ZDF exibiu o episódio "Padrões de Força" (Patterns of Force, da segunda temporada da série clássica de Star Trek) após centenas de pedidos dos fãs.
Esse episódio NUNCA havia sido exibido em solo alemão já que "brinca" com as ideias e convicções do país no período nazista. Ele era entendido por alguns como uma obra de ficção científica futurística que tratava a questão do Holocausto de um modo um tanto jocoso.
Foram precisos 43 anos, a queda do muro de Berlim, a reunificação da Alemanha e a pressão contínua dos fãs para que, finalmente, o episódio fosse exibido em caráter público.
A ZDF exibiu também o seguinte comunicado:
"Ao exibir este episódio os fãs de Star Trek poderão, pela primeira vez, assistir a série em sua totalidade. O público será capaz de compreender a complexidade do episódio", acrescido de uma nota desaconselhando-o para menores de 16 anos.
Só faltou citar o Sr. Spock, quando ele diz que o Capitão Kirk daria um nazista bem convincente :)
Fonte: dica de Allan Sien, via IRC, confirmada por www.reghardware.com e outros sites.
Sieg! (vitória, em alemão ou, o mais próximo em klingonês -> Qapla')
por Robertto B. Herrera
trekker e tradutor
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11 novembro 2011
26 março 2011
Alusão de Ótica
Quem ironiza que "TV é padaria" (principalmente aquele que não faz TV), está redondamente engajado. TV é a padoca das mídias, num tem jeito. Leva a massa com qualquer pãozinho, se for quentinho então, dá o que falar.Tem suas especiarias, guloseimas raras, até coisa fina, mas o carro-chefe é o popular paõzinho francês. Ele agrada o freguês, que diz viver sem, mas sempre briga pelo controle-remoto. A alusão perfeita.
TV é pop, TV é mal feita, mal paga, muitas vezes, mal quista. Mas posso dizer, pela modesta experiência de 13 anos que ocupam três páginas no meu cv, que não há trabalho melhor que fazer televisão. Estar ali, tête-à-tête com essa miscelânea viral, infernal, promíscua, nada prolixa é, pelo menos, divertido. Rir faz bem, comprovado!
E só rindo mesmo, cada bíblia de formato novo ou de roteiro "inovador" que leio leio traz fórmulas obsoletas que ninguém vai se questionar muito, ou por muito tempo, se o pãozinho dá pro gasto. Essa é a ideia. Ser ao menos digerido, enquanto a padaria vizinha está relançando um novo pão, enrolado a la gringa e com a mesma massa.
E só rindo mesmo, cada bíblia de formato novo ou de roteiro "inovador" que leio leio traz fórmulas obsoletas que ninguém vai se questionar muito, ou por muito tempo, se o pãozinho dá pro gasto. Essa é a ideia. Ser ao menos digerido, enquanto a padaria vizinha está relançando um novo pão, enrolado a la gringa e com a mesma massa.
Muita pérola passou pela TV, seja inovadora para a sua época, ou tão bizarra como o Youtube escancara (aliás, parênteses pertinentes, o Youtube é o melhor canal das últimas zapeadas).
Infelizmente, este texto não provém de uma autora com vasto repertório de lembranças televisivas, então me resta citar alguns pães (uns digestivos, outros não) que chamaram a atenção dos 80 pra cá:
Chacrinha, básico;
Silvio Santos, pra não ficar atrás em miquices de palco;
Novelas (Que Rei Sou Eu?, Roque Santeiro, Tieta, Bebê a Bordo, Top Model, Pantanal, Mandala);
Aberturas do Fantástico;
MTV do começo;
O cometa Halley;
Um impeachment presidencial (e eu tava lá);
O Rolling Stones no meu país (com ex-amante em programa Pop);
Copas do mundo;
"Airton Senna do Brasil" no gogó do Galvão;
As abolidas propagandas de cigarro;
As 6 temporadas de Lost (tanx God!);
Os eternos (e nada ternos) Simpsons;
Hanna-Barbera;
El Chavo;
TV Pirata;
Quem matou Odete Roitman mesmo?
Gosto da pouca arte que resta na quase arte de fazer TV: de como se encaixa a luz; onde uma câmera poderia ousar (nenhuma referência às melancias rebolantes); nos figurinos e cenários que enchem os os olhos (a minisérie Capitu do monopólio Globo foi "croissant de amêndoas"); gosto em ver pessoas de verdade, que emocionam e fazem um PGM valer pelo menos um minuto dos seus 24 de arte; como entra um atuar minimalista; conhecer pessoalmente um apresentador carismático que chega a quase te convencer com o texto do TP... a mim, que brinco de ser mágica nessa telinha plana de ilusões.
Adentraria facilmente a metáfora circense, descrevendo os palhaços, os reais trapezistas, o domador, os leões...
Mas vamos de pãozinho hoje.
Vai ser o quê: o noticiário com mais exclusividades que o concorrente; a novela mexicana ou a Sessão Corujão? Ainda roda?
Roda, roda, roda e avisa;
Uma salva de palmas!;
É com você, Lombardi;
Só depois do "Plin Plin";
No Globo Repórter de hoje animais selvagens ou comida que emagrece;
Dia de prova do líder/do anjo/paredão/eliminação;
Beijinho, beijinho. Tchau, tchau;
Pois é, pois é, pois é...
Loucura, Loucura, Loucura!
25 março 2011
Rotten Tomatoes
Atores e atrizes também afirmam que gostam de acompanhar as críticas para ver se o “tomate fica maduro”, sinal de que o filme vai bem de bilheteria. Um bom exemplo é a excitação de Bradley Cooper, na entrevista a Jay Leno, no "The Tonight Show".
Muitos estúdios como Disney, MGM, Fox já declararam que consultam este e outros sites (imdb, Yahoo! Movies,etc) como agregadores de informação.
Para quem quer se perder em meio a filmes e críticas, o Rotten Tomatoes é um prato cheio. Nossos representantes brasileiros também marcaram presença, sendo que alguns foram muito bem cotados, como é o caso de Parada 174 e Lixo Extraordinário.
Este artigo do Los Angeles Times também é muito bom para entender um pouco mais. Aproveite!
Lemon3!
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